A
Faz-se indispensável recuperar a memória histórica, isto
é, evocar, da história coletiva, aspectos úteis à formação
técnica e cidadã; potencializar as virtudes institucionais,
vivas nas práticas profissionais; e construir estratégias
que cooperem para a conscientização da experiência cotidiana; e construir, em conjunto com as pessoas, estratégias que cooperem para a desideologização da experiência cotidiana.
B
Faz-se indispensável recuperar a memória social, isto é,
evocar, da história coletiva, aspectos eficazes para defender os interesses das classes populares; potencializar os
saberes científicos, vivos nas práticas institucionais; e
construir estratégias que favoreçam a reorganização da
experiência cotidiana; e construir, em conjunto com as
pessoas, estratégias que cooperem para a desideologização da experiência cotidiana.
C
Faz-se indispensável recuperar a memória dos indivíduos, isto é, evocar, da experiência peculiar, aspectos eficazes para defender os interesses das classes vulneráveis;
potencializar as práticas dos povos, presentes nas tradições e saberes comunitários; e construir estratégias que
cooperem para a politização da experiência cotidiana; e
construir, em conjunto com as pessoas, estratégias que
cooperem para a desideologização da experiência cotidiana.
D
Faz-se indispensável recuperar a memória política, isto
é, evocar, da história coletiva, aspectos eficazes para defender os interesses das maiorias populares; potencializar
as virtudes dos grupos, presentes nas tradições comunitárias; e construir, junto às instituições, estratégias que
cooperem para a democratização da experiência cotidiana; e construir, em conjunto com as pessoas, estratégias
que cooperem para a desideologização da experiência cotidiana.
E
Faz-se indispensável recuperar a memória histórica, isto
é, evocar, da histórica coletiva, aspectos que foram eficazes para defender os interesses das classes oprimidas e
que podem ser úteis para os objetivos de luta atuais e futuros; potencializar as virtudes dos povos, que estão vivas nas tradições e saberes populares; e construir, em
conjunto com as pessoas, estratégias que cooperem para
a desideologização da experiência cotidiana.