Klaus Konad propõe haver um processo sequencial no desenvolvimento do delírio, com períodos pré-delirantes, delirantes e de reorganização da personalidade e fases residuais. A fase que corresponde a certa desorganização do indivíduo, após a primeira revelação do delírio inicial, é acompanhada de vivências ameaçadoras de fim de mundo. O indivíduo delirante parece viver a estranha reestruturação de seu mundo. Esse momento do delírio corresponde: