Um paciente de 41 anos de idade procurou atendimento porque, há algum tempo, apresenta queixas de tosse crônica e de chiado no peito, mostrando-se gradativamente mais cansado para o desenvolvimento de atividades diárias. Realizou uma espirometria, e o resultado chamou a atenção pelos valores da relação VEF1/CVF, que estão < 0,7 tanto na avaliação pré, como na pós-broncodilatador; sendo que, na avaliação pós-broncodilatador, o VEF1 revelou valor igual a 75% do previsto. Acerca desse caso e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico diferencial com insuficiência cardíaca congestiva, a priori, estaria descartado pelo exame espirométrico.