Durante atendimento de emergência odontopediátrica, uma criança de 4 anos de idade apresenta fratura coronária em incisivo central decíduo superior. O exame clínico revela que a fratura não envolve a polpa, o fragmento remanescente está íntegro e sem mobilidade e a criança não apresenta dor intensa ou sangramento significativo.
Considerando a preservação da função, estética e estrutura dentária, qual é a conduta recomendada?