“No nosso cotidiano, por vezes seguidas, também nos defrontamos com a necessidade de responder a pergunta ‘quem és’... A repetição da resposta não traz certezas sobre seu conteúdo. Ao contrário. O emprego popular do termo é tão variado e o contexto conceiptual tão amplo, o que ostenta um nome tão definitivo, continua tão sujeito a inúmeras variações. Há uma grande semelhança entre esta frustração cotidiana e a dificuldade de defini-la nos variados campos do conhecimento, visto que diferentes concepções tentam explicar como nos tornamos humanos a partir de compreensões diversas sobre natureza humana.”
(Jacques, Maria da Graça, 2004)
Na citação, a autora trabalha o conceito de: