Homem, 55 anos, apresentou infarto agudo do miocárdio, sendo tratado com trombolítico e posterior angioplastia de artéria descendente anterior. Ecocardiograma mostra dilatação discreta do ventrículo esquerdo de fração de ejeção de 40%. Em atendimento pós-alta em duas semanas, encontra-se assintomático. Qual a melhor estratégia terapêutica, além dos fármacos antiplaquetários e anti-isquêmicos?