[...] Uma vez que os antibióticos se tornaram acessíveis, blenorragia e sífilis pareciam desafios resolvidos. Mas nenhuma delas foi derrotada [...] Elas foram ganhando resistência contra classes inteiras de antibióticos: primeiro as penicilinas nos anos 60, depois as tetraciclinas na década de 80 e, por fim, a Cipro e seus primos químicos, conhecidos como fluoroquinolonas, na década de 90. Em 2000,
a única classe de fármacos que conseguia fornecer uma estratégia de saúde pública confiável – algo que seja barato, administrado em uma só dose e que funcione bem o suficiente para eliminar reconsultas – era a das cefalosporinas.
A resistência à cefalosporina surge no Japão e vem do leste para o oeste há pelo menos uma década. (McKENNA, 2013, p. 40-41).
Sobre as informações, é correto afirmar:
Os agentes patogênicos implícitos no texto pertencem a um mesmo Domínio, que inclui organismos caracterizados como células procarióticas, amplamente distribuídos na Biosfera.