"O conhecimento da psicologia na compreensão dos
processos de ensino e aprendizagem se constitui,
historicamente, desde concepções higienistas até
àquelas que analisam esse processo como síntese
de múltiplas determinações (...) No plano da
formação de professores é necessário retomar a
finalidade dos conteúdos da Psicologia que
contribuam para a compreensão do processo de
escolarização, da relação entre subjetividade e
educação, abordando temas tais como fracasso
escolar, queixa escolar, medicalização da educação,
relações intersubjetivas que constituem a vida diária
escolar, dentre outros temas, que busquem superar
o reducionismo de questões sociais ao âmbito
individual, considerando o processo de escolarização
como expressão das dimensões sociais, culturais,
pedagógicas, políticas, afetivas e institucionais." (CHECCHIA, 2015 )
I. Do ponto de vista do desenvolvimento, a brincadeira não é uma forma predominante de atividade, mas, em certo sentido, é a linha principal do desenvolvimento na idade pré-escolar.
II. A essência da brincadeira é que ela é a realização de desejos, mas não de desejos isolados e sim de afetos generalizados.
III. Qualquer brincadeira com situação imaginária é, ao mesmo tempo, brincadeira com regras e qualquer brincadeira com regras é brincadeira com situação imaginária.
IV. Na brincadeira, a criança opera com objetos como sendo coisas que possuem sentido, opera com os significados das palavras, que substituem os objetos.