Paciente de 62 anos, nuligestas, hipertensa e
diabética tipo 2 em tratamento, IMC 36 kg/m²,
apresenta sangramento vaginal irregular há 4
meses. Nega terapia hormonal. Ultrassonografia
transvaginal: endométrio espessado medindo 18
mm, heterogêneo, útero com 280 cm³. Biópsia de
endométrio: adenocarcinoma endometrioide
grau 2. Ressonância magnética de pelve: lesão
restrita ao endométrio sem invasão miometrial
visível, colo uterino livre, ovários sem alterações.
CA-125: 28 U/mL. Tomografia de tórax e
abdome sem evidências de doença metastática.
Paciente é submetida a histerectomia total com
salpingo-ooforectomia bilateral e
linfadenectomia pélvica. Anatomopatológico da
peça cirúrgica: adenocarcinoma endometrioide
grau 2, invasão de 8 mm em miométrio com
espessura total de 10 mm (80% de invasão), sem invasão linfovascular, sem comprometimento
cervical. Foram ressecados 18 linfonodos
pélvicos, todos negativos. Segundo os critérios
de risco para metástases linfonodais e a
classificação FIGO atual, qual o estadiamento e
a conduta adjuvante mais adequada?
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