No contexto da Atenção Básica, propõe-se que as
necessidades de saúde não sejam concebidas como dados
prévios à ação profissional, mas como construções simbólicas
produzidas na relação com os usuários, exigindo análise
situada, escuta qualificada e compreensão dos modos de
viver (Schraiber; Nemes; Mendes-Gonçalves, 2000).
Considerando essa perspectiva, reconhecer as necessidades
de saúde implica