Sobre as causas e o manejo clínico dos eventos relacionados à morte materna ou fetal, assinale a alternativa correta.
Em uma gestante na 33ª semana com dor abdominal e febre, a ausência de ruptura das membranas descarta a possibilidade de infecção amniótica intrauterina, mas, nos casos de bolsa rota presente, o tratamento de escolha será cefazolina por 14 dias em ambiente hospitalar, corticoide para maturação fetal e indução do parto após 7 dias de antibiótico.
Visando à redução da mortalidade neonatal, recomenda-se a triagem universal de gestantes entre a 35ª e a 37ª semanas para Estreptococos do grupo B, bem como o tratamento com cefazolina intraparto para as mulheres infectadas.
A endomiometrite puerperal é uma infecção polimicrobiana e uma importante causa de mortalidade materna, sendo mais comum após o parto vaginal do que após o parto cesáreo, assim, recomenda-se administrar antibiótico profilático de amplo espectro após os partos vaginais, logo após o clampeamento do cordão umbilical.
Da mesma forma que na endocardite bacteriana, pacientes com tromboflebite pélvica séptica não devem ser anticoaguladas em dose plena devido ao risco de embolização, sendo o uso de antibióticos de amplo espectro o tratamento de escolha, geralmente com importante melhora clínica em menos de 72 horas.
Mulheres que adquiriram herpes genital no primeiro trimestre de gestação apresentam alto risco de transmissão fetal e altas taxas de abortamento espontâneo, sendo menor no último trimestre devido à placenta já madura e aos anticorpos da mãe, por isso lesões herpéticas genitais ativas e trabalho de parto não contraindicam o parto vaginal.
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