Um paciente de 85 anos de idade, portador de cardiomiopatia hipertrófica septal assimétrica obstrutiva, classe funcional I, apresentou subitamente piora do quadro clínico com dispneia aos pequenos esforços, taquipneia, edema de membros inferiores.
Procurou emergência médica, onde realizaram os seguintes exames: ECG com presença de ondas F e frequência cardíaca de 60 bpm; ecocardiograma visualizando hipertrofia septal exuberante com movimento sistólico anterior da válvula mitral, aumento atrial esquerdo e trombo de 20 mm em átrio esquerdo. A causa mais provável da descompensação desse paciente e a conduta imediata, são, respectivamente: