No contexto de aprovação da BNCC, as metodologias ativas, somadas aos usos de tecnologias, vêm sendo defendidas como soluções para o ensino, que é considerado insatisfatório no atendimento das demandas da sociedade contemporânea. Esse discurso vem sendo genericamente compreendido como uma crise da escola, que necessitaria melhorar e ampliar suas técnicas e metodologias de ensino. Por outro lado, pesquisadores se dividem na interpretação desses discursos, levantando questionamentos sobre a defesa das metodologias ativas em detrimento daquelas consideradas tradicionais. A quem interessa o discurso de crise da escola e do ensino de História? Quais grupos ou entidades têm se apropriado dessa ideia de crise para a proposição de soluções. Por fim, de que modo as práticas de ensino de História têm sido afetadas pelas propostas de novas metodologias, especialmente, aquelas no âmbito digital?
(Ferreira de Assis, C., & Moreira Brito, G. (2023). PRÁTICAS NO ENSINO DE HISTÓRIA E METODOLOGIAS ATIVAS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO CONTEXTO DE EDUCAÇÃO POR COMPETÊNCIAS. Revista Hydra: Revista Discente De História Da UNIFESP, 6(12). https://doi.org/10.34024/hydra.2023.v6.14469. P.140-141)
A defesa das denominadas metodologias ativas (que se contrapõem às tradicionais) tem ganhado espaço com o crescimento das aulas em formato síncrono e assíncrono e, principalmente, diante da reformulação do Novo Ensino Médio. Ferreira de Assis e Moreira Brito trazem a discussão das metodologias ativas, com um questionamento importante para se refletir sobre a escolha das políticas públicas e seu contexto. Sobre as metodologias ativas no ensino de História, é CORRETO afirmar: