Segundo Andrade (2014), em relação à farmacocinética dos anestésicos locais do tipo amida, é correto afirmar que:
Apresentam baixo potencial de toxicidade em pacientes com cirrose severa.
A excreção ocorre quase que exclusivamente pelas fezes.
A insuficiência renal não interfere em nada na eliminação da lidocaína.
São metabolizados predominantemente no plasma pela pseudocolinesterase.
O fígado é o principal local de biotransformação desses agentes.
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.