No poema abaixo, de Manuel Bandeira, podemos dizer que temos:
“ O arranha-céu sobe no ar puro lavado pela chuva
E desce refletido na poça de lama do pátio.
Entre a realidade e a imagem, no chão seco
Que as separa, quatro pombas passeiam.”
E desce refletido na poça de lama do pátio.
Entre a realidade e a imagem, no chão seco
Que as separa, quatro pombas passeiam.”