De acordo com Nunes e Rúbio (2008), cada currículo de Educação Física forja uma identidade nos sujeitos, que foi pensada para garantir a construção de um modelo de sociedade. Nesse contexto, após a década de 1980, as teorias curriculares críticas começaram a influenciar o discurso pedagógico do componente curricular.
Até a publicação do referido artigo, as abordagens crítico-superadora e crítico-emancipatória da Educação Física já tinham sido pensadas e publicadas, com a intencionalidade de que os (as) estudantes assumissem uma identidade