Paulo Freire, no livro “O Educador: vida e morte” (org. BRANDÃO, Carlos Rodrigues) atesta a natureza política da Educação e as relações de poder que se formam nesse campo. Na obra, o autor critica os educadores por seu distanciamento, muitas vezes intencional, dessas questões. Em suas palavras devemos sempre nos perguntar “... em favor de que conhecer e, portanto, contra que conhecer; em favor de quem conhecer e contra quem conhecer” (grifos do autor).
Levando em consideração a fala do autor, pode-se concluir que: