Eventos, pactos e acordos internacionais têm sido motivados por vários riscos emergentes relacionados, particularmente, ao meio ambiente. Mesmo sendo vital para todos os seres vivos, em nome de um pretenso e desejado “desenvolvimento”, falaciosamente disseminado como benéfico para todos, degradam-se recursos naturais essenciais para a sobrevivência humana. Na contemporaneidade, vários movimentos sociais emergem na defesa de várias pautas, como as relacionadas aos impactos ambientais impetrados por uma racionalidade capitalista que, cotidianamente, cultua o consumo e o mito de um progresso econômico. Com base no exposto, e nos estudos realizados, é possível afirmar que os movimentos sociais: