De acordo com Souza (2009) a Psicologia Escolar foi uma das primeiras áreas no Brasil a fazer críticas à formação profissional e às formas de atuação do psicólogo na escola no que se refere ao modelo clínico, psicoterapêutico e reeducativo de atuação do psicólogo no atendimento à queixa escolar. Essas críticas permitiram implicações importantes para a área, EXCETO: