Leia o trecho a seguir sobre a Geografia Cultural do início do século XX.
“As circunstâncias solicitam, hoje, uma reconstrução mais sistemática ainda da geografia cultural. As pesquisas do início do século tinham como modelo as ciências naturais. Os trabalhos dos anos 1950 e 1960 calcavam-se sobre as ciências sociais então em moda, a economia ou a linguística, por exemplo. Estas abordagens esforçavam-se para apagar os aspectos subjetivos da realidade; supunham que as decisões tomadas pelos homens eram racionais. Recusavam-se a levar em consideração os sonhos, os símbolos, as ideologias ou as aspirações místicas.”
(CLAVAL, Paul. A. Geografia Cultural. Ed. 3. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007, p. 58).
O texto faz uma crítica direta à Geografia Cultural que: