Paciente de 75 anos de idade, portador de fibrilação atrial em uso de anticoagulante oral e DPOC grave, diagnosticado com carcinoma espinocelular de esôfago no terço médio, estágio cT3N1M0. Após discussão multidisciplinar, considera-se que o paciente não é candidato ideal à esofagectomia radical devido às suas comorbidades e fragilidade.
Qual a estratégia terapêutica com intenção curativa mais adequada para esse paciente, levando em conta sua inaptidão cirúrgica?