Homem de 77 anos, previamente funcional, é internado por insuficiência cardíaca descompensada.
No terceiro dia de internação, passa a apresentar redução acentuada da iniciativa, sonolência diurna,
hipotenacidade, alentecimento do pensamento e períodos de confusão mental flutuante, sem agitação
evidente. A equipe descreve o paciente como “quieto demais”. Está em uso de furosemida, digoxina,
morfina em dose baixa e recebeu benzodiazepínico para insônia na noite anterior. Os exames mostram
hiponatremia (129mEq/L) e função renal limítrofe. O diagnóstico e a conduta adequada, respectivamente,
são: