Assinale a alternativa INCORRETA sobre possíveis complicações da ruptura esplênica.
A evolução pode ser silenciosa, sem apresentar risco de choque ou instabilidade.
O choque hipovolêmico é a complicação mais grave e exige intervenção rápida.
Hipotensão progressiva, taquicardia e palidez indicam hemorragia interna ativa.
Confusão mental e agitação podem sinalizar hipoperfusão cerebral.
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