Nos últimos 30 anos, os avanços na compreensão da patogênese da hipertensão arterial pulmonar levaram ao desenvolvimento de terapias específicas direcionadas para diferentes vias fisiopatológicas: do óxido nítrico, endotelina e prostaciclina (PGI2). De acordo com a estratificação de risco ao diagnóstico do paciente, é indicada monoterapia ou terapia combinada inicial, visto que o uso combinado de medicamentos levou a uma redução de até 50% no desfecho combinado de piora clínica, quando comparada à monoterapia, sem diferença significativa nos efeitos adversos. Qual dos seguintes parâmetros é preditor de prognóstico nos escores de estratificação de risco da hipertensão arterial pulmonar?