O Manual Operacional de Bombeiros: Guarda-vidas - Corpo de Bombeiros Militar (Goiânia, 2017) parte do pressuposto de que todo militar do Corpo de Bombeiros sabe realizar um salvamento aquático, haja vista que os cursos de formação ministram tal disciplina. Nesse sentido, o Bombeiro Militar precisa saber salvar em quaisquer ambientes líquidos, com qualquer tempo, a qualquer hora e com o equipamento que estiver disponível, sendo que o Guarda-Vidas em serviço deve fazer uso destes equipamentos, tendo a nadadeira e o flutuador como primordiais. Diante disso, as fases do salvamento, estão discorridas a seguir:
I. Observação, aviso, reconhecimento.
II. Aproximação.
III. Abordagem.
IV. Reboque e resgate.
V. Retirada do meio líquido e o transporte de vítimas.
VI. Atendimento/socorro.
Relacione as ações conforme a sequência correta das fases do salvamento aquático e marque a alternativa correta.
1. Durante esta fase, o Guarda-Vidas deve verificar constantemente as condições gerais da vítima, avaliando seu estado, procurando acalmá-la, de forma a decidir se é necessário realizar algum procedimento de ressuscitação ainda dentro da água (ventilação precoce). ( )
2. Nesta fase, o Guarda-Vidas poderá estar posicionado em uma plataforma elevada. ( )
3. Para que essa fase do salvamento seja realizada de maneira mais eficaz e segura, o profissional Guarda-Vidas deve sempre estar munido de seus equipamentos de salvamento aquático. ( )
4. Nesta fase, o Guarda-Vidas coloca as mãos por debaixo das axilas da vítima e uma de suas mãos segura as mãos da vítima ao corpo e a outra segura o seu queixo de forma a imobilizar a cervical. ( )
5. Quando o Guarda-Vidas já estiver com água no nível do peito, deverá calçar as nadadeiras sem perder contato visual com a vítima. ( )
6. Neste momento, é importante que o Bombeiro Militar esteja atualizado com as técnicas de resgate pré-hospitalar, visando à manutenção ou ao restabelecimento dos sinais vitais da vítima.( )