Com base no gráfico acima e no que se refere à incidência cumulativa, é correto afirmar que
é o número de casos de óbitos na população em risco (n = 1), dividido pelo número de pessoas expostas no meio do período (p = 7), ou seja, 14 casos por 100 pessoas.
é o número de pessoas com a doença, dividido pela população em risco (x 10n), observados no meio do período de investigação.
resultam 43 casos por 100 pessoas, pois decorre do número de novos casos na população em risco (n = 3), dividido pelo número de pessoas livres da doença no início do estudo (p = 7).
tal conceito é similar ao de risco de vida usado nas tábuas de vida e nos cálculos atuariais, pois a incidência cumulativa, dada sua simplicidade, é adequada para divulgar informações em saúde para o público em geral, ainda que implique falácia epidemiológica.
é o número de novos casos na população em risco (n = 2), pois apenas as pessoas indicadas por # 6 e # 7 acumularam a carga mórbida até o final do sétimo ano, dividido pelo número de pessoas livres da doença nesse período (p = 4), ou seja, 50 casos por 100 pessoas durante os sete anos.
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