Algumas doenças metaxênicas passaram a ser naturalmente transmitidas em áreas periurbanas ou urbanas, graças à emergência ou re- emergência de seus vetores nessas áreas. A leishmaniose visceral e a malária são exemplos clássicos. E ainda existe o risco da reurbanização da febre amarela silvestre. Sem dúvida, estes fenômenos trouxeram dificuldades para o controle das doenças vetoriais, pois as atividades de controle executadas em áreas rurais são operacionalmente mais efetivas, atingindo coberturas mais elevadas e sendo muito mais bem aceitas pela população do que as exercidas em áreas urbanas.
Pedro Luiz Tauil. Perspectivas de controle de doenças transmitidas por vetores no Brasil.
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 39(3):275-277, mai-jun, 2006.
| VETORES | DOENÇAS |
| (1) Aedes aegypti | (A) Filariose ou elefantíase |
| (2) Anopheles | (B) Zika, dengue e Chikungunya |
| (3) Biomphalaria glabrata | (C) Esquistossomose |
| (4) Triatoma infestans | (D) Malária |
| (5) Culex quinquefasciatus | (E) Doença de Chagas |
Considerando o tipo vetor e a doença que este transmite, assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, entre vetores e doenças indicadas acima: