Durante as décadas de 1930 e 1940, o Serviço Social no Brasil empunhou uma bandeira de luta que, segundo Martinelli (2011, p. 127), traduzia “uma forma peculiar de ação política, estrategicamente concebida pela sociedade burguesa” cujo fim último era “consolidar sua hegemonia de classe, para garantir o controle social e político do proletariado e dos segmentos sociais mais pauperizados”. Essa ação foi denominada de