Quando discute a profissionalização do Serviço Social, Guerra (2011) frisa sua estreita relação com as medidas de natureza repressiva e controladora emanadas do Estado, bem assim com a administração da vida cotidiana das classes pobres. Acrescenta que “a necessidade social da profissão localiza-se nas funções de controle e integração que desempenha [o Serviço Social]” (GUERRA, 2011, p. 198). A autora aponta como mediações presentes no exercício de tais funções