No manejo inicial de um paciente com fratura exposta de tíbia, o Dr. Oliveira seguiu as diretrizes atuais para a otimização do prognóstico a longo prazo. Após garantir a estabilização dos sinais vitais do paciente, ele procedeu à avaliação e manejo da lesão óssea e dos tecidos moles. A classificação de Gustilo-Anderson foi aplicada para determinar a gravidade da fratura e orientar o tratamento. Considerando a necessidade de um planejamento cirúrgico adequado, Dr. Oliveira sabe que uma fratura exposta de tíbia Gustilo-Anderson Tipo III requer: