"As anomalias estruturais do coração são as malformações congênitas mais comuns. A incidência de cardiopatias congênitas, se considerado somente o período pós-natal, varia de 3 a 12 por 1.000 nascimentos vivos”. Assim, a propedêutica fetal tem melhorado nessa perspectiva diagnóstica. Sobre o tema, afirmase:
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