A determinação das concentrações plasmáticas de medicamentos para otimizar a terapia é conhecida por controle terapêutico. Se utilizado adequadamente pelo clínico, o monitoramento permite chegar, de forma rápida e segura, ao valor da concentração plasmática ideal, mantendo-se o paciente dentro da faixa terapêutica, com garantia da eficácia e baixo risco de tratamento. Há um antimicrobiano cuja administração rápida ou em bolus é perigosa por provocar a liberação de histamina de basófilos e mastócitos. Ele apresenta meia-vida média em pacientes com função renal normal de 6 horas, percentual de ligação às proteínas plasmáticas de 10 a 55%, excreção renal de 90% na forma do fármaco inalterado e cujas concentrações plasmáticas são monitoradas para orientar a terapia em casos como pacientes com endocardite, meningite e pneumonia e indivíduos com função renal instável. Esse medicamento é