Texto 1:
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
(ANDRADE, Oswald de, Poesias reunidas. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1971)
Texto 2: “Iniciar a frase com pronome oblíquo átono só é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens [...].”
(CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo, Nacional, 1980.)
Comparando a explicação dada pelos autores dos textos 1 e 2 sobre essa regra, pode-se afirmar que ambos: