G., mulher de 25 anos, apresentou, ao longo das primeiras sessões de avaliação, grande irritabilidade e agressividade, intenso receio de ser humilhada, relato de várias situações em que sentiu raiva, medo e desprezo, e crenças de que o ódio, a agressão e a dependência seriam potencialmente perigosos, refletindo mecanismos defensivos de projeção e identificação projetiva. O transtorno de personalidade mais provável que a descreve seria: