Mesmo não havendo roteiro rigidamente preestabelecido de como se deva organizar um atendimento domiciliar, é possível delinear, de forma geral, alguns aspectos indispensáveis ao bom andamento de uma atividade dessa complexidade, tais como:
I. Solicitação de permissão com a família pelo ACS para realização do atendimento domiciliar, explicando a presença do profissional do NASF na ocasião.
II. Checagem de dados e revisão do roteiro proposto para o atendimento domiciliar entre profissional da ESF, ACS e NASF.
III. Execução do atendimento e registro em prontuário das informações coletadas.
É correto o que se afirma em