Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.
Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.
A escala de coma de Glasgow (ECGI) deve ser aplicada constantemente para avaliar o nível de consciência do paciente. A escala consiste em uma tabela de escores que pode variar entre 3 (ausência de abertura ocular, da resposta verbal e da movimentação de extremidades, após estímulos dolorosos) e 15 (sem alteração do nível de consciência). Os parâmetros avaliados são a abertura ocular, o padrão de resposta motora e o padrão de resposta verbal.