Sobre a Política Nacional de Humanização (PNH) é correto afirmar.
A PNH estimula a comunicação entre gestores, trabalhadores, sociedade civil, comunidade e usuários para construir processos individuais e coletivos de enfrentamento de relações de poder, trabalho e autoridade que muitas vezes produzem atitudes e práticas desumanizadoras que inibem a autonomia e a corresponsabilidade dos profissionais de saúde em seu trabalho e dos usuários no cuidado de si.
O HumanizaSUS, como também é conhecida a Política Nacional de Humanização, aposta na inclusão de trabalhadores, usuários, gestores e União na produção e gestão do cuidado e dos processos de trabalho. A comunicação entre esses quatro atores do SUS provoca movimentos de perturbação e inquietação que a PNH considera o “motor” de mudanças e que também precisam ser incluídos como recursos para a produção de saúde.
A Política Nacional de Humanização atua a partir de orientações clínicas, éticas, sociais, culturais e políticas, que se traduzem em determinados arranjos de trabalho.
A clínica ampliada é uma ferramenta teórica e prática cuja finalidade é contribuir para uma abordagem clínica do adoecimento e do sofrimento, que considere a singularidade do sujeito e a complexidade do processo saúde/doença. Permite o enfrentamento da fragmentação do conhecimento e das ações de saúde e seus respectivos danos e ineficácia.
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