Iamamoto e Carvalho (1985) explicitam o desenvolvimento do
trabalho profissional no campo da reprodução do controle e
da ideologia dominante nos marcos da produção e
reprodução das relações sociais capitalista. Afirmam que
“pode o profissional limitar-se a responder às demandas do
empregador, confirmando-lhe sua adesão, ou lançar-se no
esforço coletivo junto à categoria, aliada aos demais
profissionais e aos setores populares, de propor e efetivar uma
direção alternativa àquela proposta pelos setores dominantes
para a intervenção técnica” (p.122). Essas possibilidades
estão circunscritas na condição de trabalhador/a
assalariado/a que dispõe, portanto, de