De acordo com Maia (2021), o período de 2008 a 2017 foi
marcado por importantes avanços nas discussões sobre
deficiência e inclusão. Nesse contexto, ampliaram-se os
debates orientados pelo Código Internacional de Funcionalidade (CIF) e destacou-se a ratificação, pelo Brasil, da
Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência, em 2007. Com o CIF, a avaliação da pessoa
com deficiência passa a considerar sua funcionalidade,
deixando de se restringir ao modelo centrado no diagnóstico biomédico (CID), possibilitando, também,