Qualificados como “bons” ou “maus” desde o nascimento (um bebê “bom” não chora); nos tornamos tão dependentes da tênue base de julgamento de aprovação/desaprovação que ficamos criativamente paralisados. Vemos com os olhos dos outros e sentimos com o nariz dos outros.
(SPOLIN, 2003, p. 06. Grifos da autora.)
Ao traçar as linhas do que conhecemos como aprovação/desaprovação, Viola Spolin (2003) alerta o professor sobre a perda da experiência pessoal no campo do jogo. Pedagogicamente, o professor pode incentivar a experiência pessoal durante as sessões de jogos teatrais das seguintes maneiras, EXCETO: