A participação de assistentes sociais nos poderes
legislativos municipal, estadual e federal, embora ainda
restrita, tem se configurado como uma possibilidade de
avanço nas lutas sociais e de incorporação, no âmbito legal,
das demandas das classes subalternas. Tal inserção
evidencia que o compromisso ético-político da profissão
pode — e deve — se manifestar em todos os espaços nos
quais seja possível tensionar, politizar e fortalecer a luta