Um paciente de 28 anos, previamente hígido, apresenta-se ao serviço de emergência com queixa de cefaleia, febre, mialgia e icterícia há cerca de 5 dias, evoluindo com redução do volume urinário, vômitos, hemoptoicos há 24 horas. Ao exame: Consciente e orientado, com bom padrão respiratório em ar ambiente, saturando 98%, normocorado, ictérico 2+/4+, acianótico, desidratado +/4+. Temperatura axilar de 37,9℃. Exames realizados de urgência mostravam um pH de 7,44; PCO2: 35 mmHg; PO2: 98 mmHg; Bic: 23,8 mEq/L; lactato: 0,9 mmol/L e BE: -0,4.
ACV: RCR, 2T, BNF, FC: 110 bpm; PA: 100 x 70 mmHg. AR: Murmúrio vesicular diminuído em bases com crepitantes finos, FR: 24 ipm. Abdome depressível, pouco doloroso à palpação profunda, mas sem VMG e com RHA presentes e normoativos. Leucograma com 10.500 leucócitos (68% seg, 2% eos, 25% linfócitos, 5% monócitos); Hb: 12,9; plaquetas 230.000; CPK: 822 U/L; Ureia: 165; Creatinina: 6,1 mg/dl; potássio: 4,2 mEq/L. Radiografia de tórax mostrava infiltrado alvéolo-intersticial difuso bilateralmente.
Diante deste caso, qual a melhor conduta a ser tomada?