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186776 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

A ausência é um estar em mim.

E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,

que rio e danço e invento exclamações alegres,

porque a ausência, essa ausência assimilada,

ninguém a rouba mais de mim.

(Texto adaptado. Disponível em: www.revistabula.com)

E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, / que rio e danço e invento exclamações alegres, / porque a ausência, essa ausência assimilada, / ninguém a rouba mais de mim.

Caso se queira dar o sentido de conclusão ao trecho destacado acima, a conjunção porque deverá ser substituída por:

 

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