Sobre hepatite B e imunossupressão, é correto afirmar:
O medicamento de primeira linha para pacientes com hepatite B que iniciarão terapia imunossupressora ou quimioterapia é a lamivudina.
Nos pacientes que já usaram lamivudina previamente, recomenda-se o uso de entecavir ao invés de tenofovir, pelo risco de resistência cruzada.
As terapias antiviral profilática (antes da reativação) e preemptiva (após a reativação) deverão ser mantidas por 6 a 12 meses após o término do tratamento imunossupressor, e caso a terapia seja por tempo indefinido (transplante renal e hepático, por exemplo), o análogo também deverá ser mantido indefinidamente.
Nos casos de neoplasias ou doenças com manifestações graves, se não houver pronta disponibilidade da medicação para profilaxia, deve-se retardar o início do tratamento da doença de base.
São considerados tratamentos com alto risco de ativação da hepatite B: Anti-TNF, manutenção isolada de esteroides e uso crônico de azatioprina.
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