Atente para o fragmento da introdução, por Ângela Kleiman, aos artigos constitutivos do livro “Gêneros Textuais e Ensino” (org. DIONÍSIO, Ângela Paiva et alii):
“A proposta dos PCN de fundamentar o ensino da língua materna, tanto oral quanto escrita, nos gêneros do discurso, desencadeou uma relevante e significativa atividade de pesquisa visando, primeiro, descrever uma diversidade considerável de gêneros a partir dos heterogêneos textos que os atualizam e, segundo, apresentar sugestões didáticas para o uso dos textos enquanto exemplares e fonte de referência de um determinado gênero. Ambos são objetivos louváveis – tanto o linguístico-discursivo como o educacional – , que contribuem para tornar uma tarefa sempre presente no cotidiano do professor – como escolher um “bom” texto – numa atividade menos ambígua, menos árdua, menos onerosa. Ao contrário do que geralmente acontece com novas propostas impostas pelos órgãos governamentais, devido ao interesse teórico da noção de gênero, a concretização da proposta dos parâmetros nacionais pode não vir a se constituir em mais uma exigência e uma sobrecarga feitas a um profissional já demais exigido e sobrecarregado”. (p.7)
Considerando o ponto de vista de Kleiman, é correto afirmar, EXCETO: