Segundo Costa (2010), a visão de N. Spykman sobre
como deveria ser a geopolítica na perspectiva dos
Estados Unidos entende que:
(…) as relações internacionais são, antes de tudo, produto das relações bilaterais e multilaterais entre os Estados, o que torna os esquemas centrados em alianças e blocos a forma dominante na política mundial. Além do mais, assinala, como não há barreiras legais que impeçam a guerra, mesmo a de destruição, e como só os Estados possuem na sociedade o monopólio da coerção como instrumento de poder, a possibilidade ou não do confronto dependerá tão somente da ruptura ou não do equilíbrio internacional de poder.
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
A visão de Spykman é exemplificada pelo quadro político internacional no período
(…) as relações internacionais são, antes de tudo, produto das relações bilaterais e multilaterais entre os Estados, o que torna os esquemas centrados em alianças e blocos a forma dominante na política mundial. Além do mais, assinala, como não há barreiras legais que impeçam a guerra, mesmo a de destruição, e como só os Estados possuem na sociedade o monopólio da coerção como instrumento de poder, a possibilidade ou não do confronto dependerá tão somente da ruptura ou não do equilíbrio internacional de poder.
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
A visão de Spykman é exemplificada pelo quadro político internacional no período