Segundo Celso Vasconcelos dos Santos, o papel político da avaliação perpassa, entre tantas, por uma questão crucial, em que como é possível tão poucos dominarem tantos? Neste aspecto, a avaliação escolar colabora com este processo de dominação, ajudando a formar um autoconceito negativo no próprio aluno (incapaz, problemático, ignorante, etc.), sobre milhões e milhões de crianças, jovens e adultos, especialmente das camadas populares, que têm, hipoteticamente, o “privilégio” de passar pelos bancos escolares. Diante desta premissa elencada por Vasconcelos, é CORRETO afirmar que o problema central da avaliação escolar é proveniente da influência: