Com relação à Doença Hemolítica Perinatal é INCORRETO afirmar:
Deve ser solicitado tipagem sanguínea do parceiro atual para determinação da conduta.
Se o parceiro for RhD negativo, o feto também será RhD negativo portanto, não há risco de doença hemolítica perinatal mesmo a gestante já estando sensibilizada.
Se o parceiro for RhD positivo, deverá ser solicitado pesquisa de anticorpos irregulares (PAi) e titulação neste momento. Os exames deverão ser repetidos entre 16 e 18 semanas e após, mensalmente até o termo.
Os sinais de anemia fetal que podem ser encontrados no exame ultrassonográfico são a alteração de ecotextura placentária, derrame pericárdico, oligodrâmnio, ascite fetal, edema do subcutêneo e derrame pleural. Em casos de hidropsia grave e em estágio terminal pode ocorrer polidrâmnio associado a restrição de crescimento fetal.
Na avaliação à Dopplervelocimetria, o vaso que apresenta melhor resultado para avaliação da anemia fetal é a artéria cerebral média.
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