Sobre a concepção de infância, ao longo da história da educação, é correto afirmar que:
Até o século XIII, a criança era considerada um miniadulto e, abandonada pela sociedade e pela família, não pertencia a nenhum grupo social, não tinha acesso à saúde e nem à disciplina. Segundo Decroly (1981), no período medieval, por exemplo, não havia sentimentos em relação à infância.
Até o século XVI, a criança era considerada um miniadulto e, abandonada pela sociedade e pela família, não pertencia a nenhum grupo social, não tinha acesso à saúde e nem à disciplina. Segundo Ariès (1981), no período medieval, por exemplo, não havia sentimentos em relação à infância.
Até o século XV, a criança era considerada um miniadulto e, abandonada pela sociedade e pela família, não pertencia a nenhum grupo social e não tinha acesso à saúde. Segundo Comte (1981), no período medieval, por exemplo, não havia sentimentos em relação à infância.
Até o século XVIII, a criança era considerada um miniadulto e, abandonada pela sociedade, não pertencia a nenhum grupo social, não tinha acesso à saúde e nem à disciplina. Segundo Freinet (1981), no período medieval, por exemplo, não havia sentimentos em relação à infância.
Até o século XIV, a criança era considerada um miniadulto, abandonada pela família e não pertencia a nenhum grupo social. Segundo Montessori (1981), no período medieval, por exemplo, não havia sentimentos em relação à infância.
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