As ruas sinuosas e estreitas e os becos muitas vezes sem saída convertiam-se em embaraçosas armadilhas, onde das janelas mais altas os moradores se valiam de arremessos de tudo que pudesse abater o inimigo invasor. Na maioria, senão na totalidade das casas, as portas e janelas eram dispostas sem qualquer preocupação estética. Essas estavam à mercê das necessidades de ventilar e, principalmente, iluminar o interior das edificações e das limitações estruturais das grossas paredes.
A igreja e o palácio comunal, geralmente mais centrais, constituem-se no símbolo permanente das duas grandes aspirações desta época: a religiosidade e a organização política. A praça onde funcionava o mercado, finalmente, era o ponto de troca de mercadorias, e consequentemente elemento vital à economia.
O texto refere-se a